quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Eu, um aluno, tio, e um café.

Muitas coisas relevantes.

Diálogos fúteis com uma pedra no ar.

Formas de pensar inertes, sem ter o que fazer.

Sentados em uma cadeira paga pelo governo.

Esta nem ai para o que lhe falam. O interessante é...

Estar aqui para que? Sou obrigado mesmo, não devo

Comprando coisas, quebrando mentes

Fugindo daqui, paz um dia acharei.

O que muitas vezes só em casa encontraria.

A morte no lado escuro acontecerá.

Para, fuja, corra, muito bem, agora se esconda

Um dia, uma tarde, ou quase sempre à noite.

Você vai cair nos braços, nos peitos, nos dedos da morte.

A dança, a virada e as castanholas de ferro.

Movidas á vapor, jogando fogo ao mar, matando.

Renuncie, descanse, não para, não pense ou reaja.

Simplesmente seja ignorante, friamente diga a sua verdade.

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